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Sobre o Comentário feito à matéria no Conjur em

http://www.conjur.com.br/2016-dez-29/eduardo-fonseca-costa-renovacao-ciencia-processual

Faltou dizer …

Parabéns pela abordagem.

A processualística agora incorpora uma tecnologia que, atualmente, força todos os advogados à referida plástica cerebral gnoseológica.

Há uma legião de mutilados, inválidos e incapazes que se acotovelam nos pronto-socorros montados pela OAB para conseguir peticionar eletronicamente, ou seja, respiram por aparelhos.

É um genocídio do advogado liberal, como era até agora conhecido.

Em algum grau, os processos judiciais, hoje, constituem-se em um fim em si mesmos, aqui e em qualquer lugar do mundo.

O que importa é amarrar possíveis competidores em anos de complexo e caro processo em Cortes federais, deixando qualquer modelo de negócio em um permanente estado de incerteza.

Com os advogados, não é diferente.

A nossa desorganização para tratar da reorganização dos cidadãos em tempos de internet, é evidente.

Nossa incapacidade de reconstruir os Estatutos da OAB em tempos de processo eletrônico é o primeiro e maior empecilho.

Se não formos capazes de nos reinventar como uma entidade indispensável à administração da Justiça, pregar a reforma política, em tempos de Lava-Jato, parece piada de advogado.

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Sobre o Comentário feito à matéria no Conjur em

Novo projeto de lei quer instituir eleições diretas para a direção da OAB

VOTO DIRETO EM SISTEMA DE CHAPAS ?

Como bem se ressaltou no primeiro comentário aqui feito, não é o voto direto só que vai resolver a coisa, o sistema de chapas também tem que acabar, e não tem o menor cabimento mexer nesse vespeiro sem introduzir a votação eletrônica. Afinal, pra trabalhar o sujeito tem que ter identidade digital.

Essa turma que tá surfando essa onda no momento perdeu o bonde da história e está abusando pela última vez, para deixar claro que isso é um problema preliminar à solução de qualquer problema em que a OAB tenha que atuar, porque legitimidade não há senão nas rotas estruturas atuais, que dão sucessivas mostras de desfacelamento.

Em outras palavras, se não dermos um jeito de nos resolvermos, nós os advogados, para conseguir mudar as estruturas internas de legitimação da representação coletiva da classe, não poderemos contribuir com isenção para a construção de uma solução política. Sempre haverá desconfiança, porque há inescondível apropriação dessa representação, ora para promoção individual, ora a de grupos bem definidos em seus patrocínios no jogo do poder.

A urna eletrônica é uma realidade. O voto eletrônico é inexorável, assim como era a implantação do processo eletrônico, que a entidade ignorou o quanto pode e tardou em se preparar para enfrentar em larga escala. Só lhe restou construir pronto-socorros para dinossauros em extinção.

Temos que estar à frente do processo de reorganização da sociedade civil, com um novo modelo de governança associativista eletrônica que nos livre dos caciques nos partidos, dos pelegos nos sindicatos etc.

A hora é essa: Macaco, olha o teu rabo !

Sobre o Comentário feito à matéria no Conjur em

SISTEMA SUSPENSO no STJ

Faltou dizer…

Olha Mércio, depois da Lava-Jato o pessoal resolveu que era muita escancaração fazer um sétimo termo aditivo pro mesmo contrato. Tudo bem. Eu concordo que é. Então, tem que fazer uma licitação, sim, mas como é que se faz isso sem combinar com essa meia dúzia que pode prestar o serviço?

Shiiii !!! Aí vai ter recurso de todo lado, uma trabalheira danada, ler aquela papelada toda, o processo todo vai demorar pra cacete e ainda por cima a gente não vai ganhar nada a mais com isso !

Mermão, vai se acostumando…

Próximo !

 

 

Sobre o Comentário feito à matéria no Conjur em

LegalZoom.com

Rábula?

Acho que não é bem essa a idéia.
Acessando o LegalZoom.com, os modelos de que se trata não são algo feito por pessoa não-letrada nas coisas do direito, ou mesmo por alguém nela bem instruído, mas descredenciado pelas autoridades do Estado; pelo contrário, são montados de acordo com a demanda do cliente, a meu ver, de modo muito interessante para uso dos próprios advogados, conforme modalidades e cláusulas pré-escritas por advogados, para múltiplas hipóteses, que são oferecidas à medida que se progride no preenchimento e revisão do documento.
O fluxo vai desde o formulário de dados básicos dos contratantes até a possibilidade de inclusão de dispositivos sofisticados, extraídos a partir da legislação de cada Estado, conforme o caso apresentando-se ao usuário em menus com orientação específica, para facilitar a escolha.
Parece haver por trás algo que se convencionou chamar Inteligência Artificial na programação.
No mínimo, seria o Super-Rábula, mas ainda acho pouco…

Em comentário a

http://www.conjur.com.br/2015-jun-06/porte-drogas-consumo-proprio-entra-pauta-stf

Como os políticos só queriam mesmo a simpatia dos maconheiros para as eleições próximas, a última versão da primitiva Lei Menna Barreto foi só um “auê”, que nem de longe se refletiu no padrão operativo das polícias e, até agora, não passa de letra morta. Aí é que o Supremo entra pra resolver. Por isso, parece que a lei só vale depois que alcançar a mais alta Corte e se estabilizar em súmula com repercussão geral. Em outras palavras, pra brasileiro, em matéria de segurança jurídica, Kelsen é pouco…

Comentário a http://www.conjur.com.br/2015-mar-18/regras-campanha-oab-sao-ditadura-eleitoral-especialista

Em casa de ferreiro, espeto de pau !

Advogados já tem identidade digital, de modo que se poderia facilmente implementar votação pela internet, mas aí iam acabar tendo que publicar as atas do conselho e não ia demorar pra perceber que fazer eleição em chapa é patético.

A reforma política tem que começar em casa.

A OAB deveria levar primeiro ao congresso uma reforma de seus Estatutos para a eleição direta e o funcionamento virtual da entidade, no mínimo, para dar exemplo e modelo de uma nova democracia.

As medidas aqui criticadas só fazem imitar os partidos políticos, ao cercear a entrada no jogo de novas agremiações, cujos caciques nos fizeram a todos de reféns da SUA democracia.

Por isso, quando o presidente da OAB chegar com a papelada da reforma política sugerida, arrisca ouvir: Macaco, olha o teu rabo !

O que o falecido Arthur Sendas diria hoje sobre o negócio da refinaria de Pasadena ?

A derradeira reunião do conselho, em maio de 2008, precedeu sua morte morte em 90 dias.

À época, o filho de seu motorista, que o assassinou à tiros, dizia ter ficado irritado com a recusa de um empréstimo.

Depois, a própria família duvidou dessa motivação para o homicídio e publicou editais para premiar quem informasse a verdade.

Agora, já podemos especular com as negociatas internacionais da Petrobrás para dar sentido ao que sempre me pareceu falso.

É inevitável que alguns fiquem pelo caminho.

Aos poucos, as máquinas os substituirão.

Como foi a revolução industrial para os cavalos, a revolução digital faz com que o trabalho humano não valha o que se come.

Solidariedade aos colegas turcos perseguidos por Erdogan.

Onde o povo se manifestar nas ruas é proibido, aqueles que tem credencial para falar não podem ficar calados.

Uma nova fonte