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O que o falecido Arthur Sendas diria hoje sobre o negócio da refinaria de Pasadena ?

A derradeira reunião do conselho, em maio de 2008, precedeu sua morte morte em 90 dias.

À época, o filho de seu motorista, que o assassinou à tiros, dizia ter ficado irritado com a recusa de um empréstimo.

Depois, a própria família duvidou dessa motivação para o homicídio e publicou editais para premiar quem informasse a verdade.

Agora, já podemos especular com as negociatas internacionais da Petrobrás para dar sentido ao que sempre me pareceu falso.

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